sexta-feira, 13 de maio de 2011

IV Domingo do Tempo da Páscoa

1ª leitura: At 2,14a.36-41: Pedro continua sua pregação missionária. Na entrega (At 2,22-24) e na ressurreição (2,24-319) de Jesus, cumprem-se as Escrituras. A pregação dos Apóstolos anuncia que a Ressurreição de Jesus é obra de Deus e por foi ela manifesta definitivamente o senhorio do Jesus. Esta realidade universal (tanto para os de Israel quanto para aqueles que o Senhor chamou "de longe) chama à mudança de vida e mentalidade, ou seja, à conversão.

 

2ª leitura: 1 Pd 2,20b-25: Escrito provavelmente para pessoas em situação de escravidão, o texto, baseado nos discursos sobre o servo de Deus em Is 52-53, aponta para um ensinamento que pode ser ouvido por todos nós: o verdadeiro caminho não é o da violência, mas o da justiça e resistência pacífica, que suporta até o sofrimento. No final do texto, uma referência explícita à figura utilizada no Evangelho de hoje: o pastor ao qual o rebanho se confia pelo batismo.

 

Evangelho: Jo 10,1-10: O presente texto enfoca a introdução e a primeira alegoria do discurso sobre o Bom Pastor em João. Quem conhece o Antigo Testamento, sabe que Deus é o verdadeiro Pastor de Israel (p.ex. Sl 95). Na obediência a Deus, os chefes do povo de Israel são chamados a serem pastores. Por este título foram chamados Moisés, Araão e Davi. Contudo, estes que deveriam ser bons pastores (os chefes de Israel da época de Jesus), acabam se transformando em maus pastores, pois não conduzem o povo pelos caminhos de Deus, que são justiça, paz e vida. Em contrapartida, Jesus é o verdadeiro Pastor (Jo 10,11-18). E mais, ele é a porta do aprisco (Jo 10,7-10), pois é por ele que à verdadeira vida.

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